Página Inicial Geral@fe-em-accao.com ::: Venha conhecer a nossa Igreja - Visite-nos :::

 


Mensagem

 


VIVA O PERDÃO DIÁRIO

É da vontade de Deus que os Seus filhos se sintam libertos de ressentimentos e de atitudes de critica e de falta de perdão.
Como membros da família de Deus, a nossa herança consiste em podermos usufruir de uma vida plena de abundância e êxitos.
 
A Palavra do Senhor, com promessa de vida abundante, ser-nos-á vedada se não soubermos perdoar ao nosso semelhante.

Deus PERDOA-NOS  

Analisemos agora os seguintes aspectos:
         

  • O perdão vem de Deus
  • O acto de sabermos perdoar e de sermos perdoados
  • A necessidade de nos perdoarmos a nós próprios

 
Vamos ver como o Perdão é importante, não só no lar, como em todos os campos das nossas vidas.

  • Comecemos pelo enorme perdão de Deus em relação a todos nós. Deus oferece o Seu perdão a toda a gente, e deseja introduzir-nos no seio da Sua Família, facultando-nos um plano, segundo o qual, o nosso passado pode FICAR LIMPO!

Não somos mais aquilo que eramos anteriormente. No momento em que nascemos de novo, damos inicio a uma nova vida e deixamos de ter um passado aos olhos de Deus.

"Eu, eu mesmo, sou o que apaga as tuas transgressões por amor de Mim, e dos teus pecados me não lembro". (Isaías 43: 25)

"Quanto está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões". (Salmos 103:12)

Deus perdoa-nos e esquece; e não existe qualquer reserva contra nós. O perdão de Deus é TOTAL! Jamais Ele irá desenterrar pecados passados utilizando-os contra nós. Deus lança os nossos pecados no mar do esquecimento e depois coloca um letreiro que diz: "PESCA PROIBIDA".

Deus nunca traz de novo á luz as faltas que pertencem ao passado. Satanás é quem o faz, porque deseja a nossa condenação e ataca nossa mente. Sempre que isso acontecer, devemos adverti-lo:

"Deus já me perdoou, portanto, em Nome de Jesus, desaparece" (II Coríntios 5:21).

Por causa da morte e ressurreição de Jesus, que nos lavou com o Seu Sangue, depois de nascermos de novo, somos perdoados imediatamente.

"Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda a injustiça". (I João 1: 9)

  • Deus deseja que caminhemos na luz, mas se pecarmos involuntariamente, o Seu generoso perdão, encontra-se ao nosso alcance. Se continuarmos a guardar a recordação do pecado nos nossos corações, interrompemos a nossa comunhão com o Pai e Ele não ouve a nossa oração.

A nossa comunhão ou relacionamento com Deus ficou definitivamente estabelecida. Não temos que ter dúvidas, somos filhos de Deus e possuímos vida eterna.

Aconteça o que acontecer, Deus não nos abandona, porque somos membros da Sua família, tal como um pai natural não é capaz de o fazer, com os seus filhos.

Por vezes a pessoa sente-se em dúvida e interroga-se: "Será que continuo salvo?" Claro que sim, porque continuamos a fazer parte da família, mesmo quando pecamos. O que acontece é que, em consequência do pecado, perdemos a comunhão com Deus. O elo de ligação FOI QUEBRADO. Porquê? Porque o pecado corta a comunhão que é uma linha directa de comunicação com o Pai (I João 5;11-13).

É uma sensação desoladora perder-se a comunhão com Deus. Fizemos algo de errado.
Não soubemos perdoar, há rancor nos nossos corações. Temos estado a criticar uma e outra pessoa no Corpo de Cristo e isto faz com que nos sintamos mal.

O nosso orgulho leva-nos a concluir que estamos dentro da razão, mas dentro de nós, o nosso espírito que está cheio da presença de Deus, adverte-nos: "não tens razão!" Acabamos, finalmente, por reconhecer que estamos errados e então dizemos:

"Tu tens razão, Senhor! Estou em erro confesso o meu pecado. Estava a julgar mal meu irmão, Por favor, perdoa-me."

Deus responde-nos, dando-nos a sua paz e concedendo-nos o perdão!

  • Quando não estamos em comunhão com Deus, apodera-se de nós uma terrível sensação (penalização). Para retomar essa comunhão, é necessário confessar a nossa falta.

O relacionamento com Deus não ficou perdido. Existe apenas um bloqueio entre nós e Deus, e como tal, as nossas orações não irão obter resposta (Quando as linhas telefónicas se encontram avariadas, o telefone não pode ser utilizado).
 
Ponderemos, por momentos, sobre a forma como utilizamos as palavras. Analisemos a área do nosso espírito de crítica. Talvez precisemos de rectificar aquilo que dize­mos e a forma como pensamos. A fonte de energia (vida) que provém de Deus, pode ter sido interrompida por necessitarmos de obter o perdão, nas áreas da nossa vida que estão mal. Certas pessoas afirmam: "Mas eu não cometo nenhum desses pecados graves".
 
Graves? O que significa isso? Crimes de mortes? Adultério? Roubo? Vigarices? Pecados são pecados. Na realidade um assassinato não constitui um pecado maior do que aquele cometido através da maledicência que destrói o carácter de um irmão em Cristo. Através do pecado impedimos Deus de realizar as obras valiosas que Ele tem para as nossas vidas.

A Palavra de Deus revela-nos, que não saber perdoar, é pecado, tão grave como um crime de morte! O acto de não perdoar é um pecado e a forma como falamos pode igualmente sê-lo.


Deus deseja que perdoemos tal como Ele nos perdoa

"E antes sede uns para com os outros Benignos, Misericordiosos, Perdoando-vos uns aos outro, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Efésios 4:32). 

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de Misericórdia, de Benignidade, Humilde, Mansidão, Longanimidade”. (Colossenses 3:12, 13).

Deus não recorda as nossas faltas do passado, e tal como Ele esquece os nossos pecados, devemos também esquecer o dos outros.

Perdoar, sem se conseguir esquecer, não é o perdão verdadeiro, porque os ressentimentos mantêm-se e a dor não se apaga. Uma atitude destas dá origem ao rancor, com todas as complicações que se seguem.

Não devemos desenterrar coisas passadas.

Pedro perguntou ao Senhor (MATEUS 18:21-22) quantas vezes devia perdoar ao seu irmão, sempre que este pecasse contra ele. Sabemos qual foi a resposta de Jesus:
 
Setenta vezes sete, o que significa um compromisso a tempo inteiro… Perdoar... Perdoar… Perdoar… Deste modo, não haverá lugar para ressentimentos nem azedume nas nossas vidas, porque caminharemos em perdão.


Porque é necessário perdoar?

Já analisámos o perdão em relação à capacidade que Deus tem para perdoar. Apreciemos agora um outro aspecto e consequência do perdão (ou falta dele).
Na "ORAÇÃO DO SENHOR” (MATEUS 6: 12) lemos:

"E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores", o que significa: "PERDOA-NOS O MAL QUE FIZEMOS, TAL COMO NÓS PERDOAMOS AQUELES QUE NOS FIZERAM MAL."

Prosseguindo na leitura, chegamos aos versículos 14,15:

“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.”

Por vezes, as nossas orações não são atendidas e não alcançamos vitória sobre o pecado, porque Deus não perdoa as nossas faltas, se não tivermos perdoado aos outros. Se assim não fizermos, afastamos o poder de Deus das nossas vidas. Perdemos a Sua ajuda e ficamos expostos a enfermidades, que o azedume provoca.
Tudo depende de nós, portanto, temos que cumprir a nossa parte para que Deus cumpra a Dele. Não podemos guardar qualquer espécie de rancor contra os outros.
É fácil pois, compreender que as nossas orações serão prejudicadas, se guardamos rancor no nosso coração.

Em MARCOS 11:24-26 Encontramos uma das lições mais conhecidas sobre a fé.

"Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis.
E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas.
Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.".
 
Uma fé profunda nada representa se não estiver aliada ao perdão (I cor 13:1-13).

Perdoemos de imediato, sem hesitação. Não permitamos que a vontade de não perdoar permaneça um minuto sequer dentro de nós, seja o que for que alguém nos tenha feito, perdoemos rapidamente.


Deus tem algumas razões válidas, importantes para si

“Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme a Deus e aparta-te do mal, pois isto será saúde para o teu umbigo e a medula para os teus ossos”.
(Provérbios 3:7-8).

O umbigo faz parte do cordão de ligação que une mãe e filho, fornecendo alimento e vida para a criança. Do mesmo modo, a palavra de Deus transmite-nos hoje, igualmente, um alimento revigorante, e ao pô-la em prática, recebemos alimento Espiritual, emocional, mental e físico.

A medula lubrifica os ossos, evitando dores nas articulações, quando estas se movem, fornece também a humidade que vai fortalecer os ossos, impedindo que fiquem ressequidos e quebradiços e se fracturem com facilidade. Na espinal-medula são fabricados por minuto milhões de glóbulos vermelhos que transportam oxigénio a todo o corpo através da corrente sanguínea. O tempo de vida destes glóbulos é apenas de algumas semanas, razão porque nascem em cada minuto, um número tão elevado dos mesmos.

Para vivermos uma vida saudável com ossos resistentes, devemos evitar assumir uma atitude presunçosa, expl: “eu sei tudo”. É igualmente necessário que tenhamos temor a Deus, evitando toda a situação e pecado. Porque Deus assim nos diz, sabemos que pecamos quando não conseguimos perdoar.

“O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração, o Espírito se abate” (Provérbios 15:13).

Não podemos ser possuidores de um coração alegre, se mantivermos ao mesmo tempo uma atitude de falta de perdão em relação aos outros.

A epístola aos Hebreus esclarece melhor este ponto:

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor; Tendo cuidado de que ninguém se prive da Graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura brotando vos perturbe, e por ela muito se contaminem”.
(Hebreus 12:14 - 15)

Quando não nos sentimos em paz com alguém, pode nascer em nós um sentimento de rancor, para com essa pessoa. O resultado será um Espírito quebrantado.

Do mesmo modo, a nossa incapacidade de perdoar e obter perdão provoca em nós uma sensação de derrota. Conforme lemos em Provérbios 15 a pessoa cujo espírito se abate, foi ferida de algum modo. Pode tratar-se de alguém que foi atingido por palavras ou actos despropositados e que, em vez de perdoar imediatamente a pessoa que o ofendeu, guarda dentro de si ressentimentos que se avolumam.


                            
 Um alerta à tua vida

A palavra "contaminar" em Hebreus 12 significa "conspurcar” Quando o alimento se encontra contaminado ou conspurcado, diz-se que está envenenado e quem o comer adoece. Do mesmo modo, uma pessoa contaminada por sentimentos amargos, deixou de ter saúde, o seu estado irá agravar-se. O corpo será afectado, a mente deixar-se-á possuir por pensamentos e intenções pecaminosas, e o seu espírito renascido não mais será a força dominante da sua vida.

"O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido virá a secar os ossos". (Provérbios 17:22)

Os ossos quando estão ressequidos tornam-se quebradiços, fracturando-se facilmente. Quando nos recusamos perdoar, a nossa saúde física entra rapidamente em perigo. Os ressentimentos produzem veneno que se instala no corpo e vai destruir a nossa saúde, roubando-nos a alegria. As glândulas segregam doses excessivas de hormonas que podem provocar doenças. Se caminharmos no amor, e no perdão de Deus, podemos adquirir saúde e prolongar a vida, o contrário também se verifica. Ao armazenarmos dentro de nós ressentimentos e amargor, em consequência da nossa falta de perdão encurta­mos a duração da nossa vida e sofremos desgraças que Deus não deseja que enfrentemos. Quando guardamos rancor e nos tornamos azedos em relação aos outros, provocamos uma sobrecarga de "stress". A Saúde física de uma pessoa está relacionada com o seu equilíbrio emocional. Ninguém melhor do que um médico sabe avaliar a surpreendente percentagem de doenças e sofrimento que encontram a sua ori­gem no seguinte:

Preocupações, Medo, Conflitos, Imoralidade, Dissipação, Ignorância, Pensamentos negativos e uma vida irregular.

Mais de metade das dificuldades, doenças e sofrimento que consomem a humanidade, desa­pareceria se aceitássemos com sinceridade os princípios e ensinamentos de Jesus Cristo, no que respeita a uma vida mental plena de paz e alegria, composta de pensamentos positivos e atitudes certas.

Uma pessoa que não esteja em paz, com ela própria, com Deus e com os outros, torna-se um alvo voluntário de doenças e aflições de qualquer natureza. Ao cumprirmos a von­tade de Deus, no que diz respeito ao perdão, alcançamos saúde para o nosso espírito, alma e corpo.


São estas as razões por que devemos perdoar:

1. Jesus assim ordenou que fizéssemos.
     2. Para sermos igualmente perdoados.
3. Para que as nossas orações sejam atendidas.
4. Por motivos de saúde, evitando assim que sentimentos negativos a prejudiquem. 
5. Nenhuma relação consegue sobreviver quando estamos possuídos de um espírito que não sabe perdoar. Acabamos por perder os amigos e a família.

Quando marido e mulher não conseguem perdoar-se e alimentam ressentimentos um contra o outro. Os filhos mostram-se inseguros e medrosos, aguardando com ansiedade a altu­ra em que poderão afastar-se definitivamente do lar paterno, levando consigo cicatrizes a nível emocional que talvez nunca venham a ser curadas.

A Palavra de Deus afirma categoricamente que, onde existem contendas, existe também confusão e maldade. A falta de perdão gera o mal, cujo pai é Satanás que fica sa­tisfeito quando não sabemos perdoar (Tiago 3:16).

 “Se for possível quando estiver em vós tende paz com todos os homens. Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar á ira. Porque está escrito “minha é a vingança, eu recompensarei diz o senhor” (Romanos 12:18-19).

Não temos o direito de castigar os outros, não perdoando. Devemos promover a paz, vivendo em amor. Devemos seguir os mesmos passos de Jesus, fazendo o que Ele fez.

Qualquer ofensa deverá ser transformada numa situação criativa onde o amor de Deus inundará os nossos corações. Sejamos misericordiosos para com aqueles que nos ofendem.

 COMO PEDIR PERDÃO

Analisemos agora uma outra área referente ao perdão. Devemos aprender como pedir perdão aos outros, a fim de nos perdoarem o mal que lhes fizemos, pois os magoamos e ofendemos. Tudo aquilo que foi mencionado nos poderá acontecer, se não soubermos perdoar, e igualmente, acontecerá àqueles que não nos quiserem perdoar.

Devemos dar aos outros a oportunidade de nos Perdoar. Jesus ensinou:

“Portanto, se trouxeres a tua oferta ao Altar e ai te lembrares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta e vai reconciliar-te primeiro com o teu irmão, e depois vem e apresenta a tua oferta”. (Mateus 5:23 - 24)


O perdão é o amor em movimento.

Devemos ir junto da outra pessoa e esclarecer o assunto com ela. Não devemos tentar avaliar quem tinha, ou não, razão, pois não é isso que está em causa. O que importa é estabelecer um relacionamento correcto.
No caso de se tratar de alguém da nossa família a quem devemos pedir perdão, façamo-lo sem demora, de preferência quando não se encontra mais ninguém presente.
Não é aconselhável pedir perdão quando os ânimos estão exaltados. Esperemos, deixando que o arrependimento se manifeste. Quando nos sentirmos calmos, então podemos pedir perdão.
 Será boa ideia tentar colocar-nos no lugar da pessoa ofendida, a fim de conseguirmos analisar a situação pelo seu ponto de vista.

Se a pessoa em causa não for da nossa família, então teremos que providenciar um encontro, numa altura que mais convenha a essa pessoa. Podemos, também pedir perdão pelo telefone, mas raramente devemos fazê-lo por escrito, uma vez que a outra pessoa não pode responder de imediato, pelo que o assunto não ficaria logo resolvido. É preferível sermos perdoados no preciso momento em que pedimos perdão.
Devemos ser humildes e mostrar arrependimento, permitindo que a outra pessoa verifi­que que nos sentimos verdadeiramente arrependidos. Preparemos o que tencionamos di­zer, antes de procurar a outra pessoa. Por exemplo: ”Reconheço que procedi mal quando… peço-lhe que me perdoe". Depois aguardemos um momento. Este procedi­mento irá resolver o problema.
Nunca utilizar expressões como: "Lamentamos, mas a culpa não foi só minha” ou “Nenhum de nós teve culpa” ou “Se estou em erro, peço-lhe que me perdoe”. Devemos assumir a responsabilidade e normalizar a situação. Simplesmente, confessemos que o erro foi nosso e peçamos desculpa.

Por vezes não é necessário pedir-se perdão – Sentimo-nos culpados por termos nutrido pensamentos maldosos acerca de alguém, não nos é exigido pedir desculpa a essa pessoa. Basta pedir perdão a Deus, orando de seguida pela pessoa que foi alvo desses pensamentos. Podemos fazer as orações descritas em Efésios 1:16a19; 3:16a19 e Colossenses 1:9a12.
O perdão deverá tornar-se parte integrante das nossas vidas; devemos pô-lo em prática e ensinar os nossos filhos a fazer o mesmo, desde pequeninos, para que se torne um modo de vida para eles. Uma criança é como uma tela na qual se imprime uma pintura. Os nossos Actos, Acções, Palavras e Gestos são as tintas que irão criar beleza e perfeição, ou problemas e ruína emocional.

 

CONCLUSÃO

Tivemos ocasião de analisar cuidadosamente o perdão imensurável de Deus. No entanto, há quem afirme: "Eu não consigo perdoar-me a mim próprio”. Se, depois de termos aprendido, e entendido tudo acerca do perdão de Deus, não formos capazes de nos perdoar, isso é sinal de que não aceitamos o perdão de Deus. Colocamo-nos numa posição superior à do próprio Deus e pretendemos ter a última palavra.

Entenda! Fomos perdoados! Aceitemos esta realidade e continuemos em frente. Deus não recorda os nossos pecados nem tem nada contra nós. Porque havemos, então, de nos atormentar? Chamemos mentiroso ao diabo. Afirmemos-lhe que tudo está concluído e que já fomos perdoados. Vamos viver uma vida abundante em Cristo, pois o Perdão de Deus é real. 

 

Nota final

Jesus disse: "PERDOAI, TAL COMO EU VOS PERDOEI”

Perdoemo-nos, como Ele nos Perdoou – Sem reservas.
Quando se vive em perdão permanente, os ressentimentos diluem-se e o perdão é concedido e recebido. Deus reservou-nos um percurso melhor do que o Caminho do ressentimento, da inveja e do azedume. Quando enveredamos por estes, Só o perdão será a chave que nos libertará das amarras des­trutivas que nos oprimem.

 

Carlos Pereira
Saudações Cristãs

 

 

 

  ___________________________________________________________________

Nenhuma parte deste site pode ser reproduzida
sem a permissão prévia dos W ebmasters

Optimizado para 1024x768 na versão: 

Microsof Internet Explorer 5.0 ou superior 

     

 

 

Fé em Acção